Maratona Clube de Portugal

Como tudo começou…

Fundado em 1989, o Maratona Clube de Portugal nasceu no Estádio Nacional, onde um pequeno grupo de amigos da corrida se juntava para a sua prática. No seio desse grupo germinava a ideia da formação de um clube capaz de se constituír como uma mais valia no universo de todos os agentes ligados ao atletismo.

 

O que nos motiva…

Ao longo dos nossos anos de existência, estamos orgulhosos de ter contribuído para que, também no plano desportivo e nomeadamente no atletismo de alta competição, Portugal tenha sido honrado pelos nossos representantes.

 

Uma realidade social.

Há quem diga que o Maratona Clube de Portugal se conjuga com a palavra vitória. É que a própria génese do clube foi um acto de vitória. Primeiro de um grupo de homens que derrotou o próprio imobilismo. Depois, por outra vitória, a do colectivo, que os juntou, em relação ao individualismo. Finalmente, porque o objectivo colectivo desses homens ganhou “asas” e voou mais alto, procurando assumir-se como um verdadeiro ponto de viragem.

A sua criação foi uma autêntica pedrada no charco, tornando-se o primeiro clube português virado integralmente para o atletismo, com uma componente muito forte de alta competição, mas ainda com a outra faceta, a do desporto de recreação com o objectivo altruísta de dar exemplo aos outros, de que o corpo humano necessita de movimento e não de sedentarismo.

A partir daí o sucesso do clube foi sempre em crescendo. Aos poucos somaram-se títulos nacionais e internacionais e o clube começou a ganhar raízes para alimentar os próprios sonhos. Sonhos grandes… que pretendiam agitar a sociedade e torná-la diferente.

E é aí que se cimenta a história de sucesso.

Pouco a pouco o clube soube organizar-se e atingir uma dimensão ímpar, embrenhando-se na organização de eventos de grande dimensão, alguns pontuais, mas outros com raízes internacionais, como são os casos da Meia Maratona de Lisboa, disputada na Primavera, que atravessa o rio Tejo pela Ponte 25 de Abril, e que já consta do “Guiness Book of Records”; da “irmã” mais nova, a Meia Maratona de Portugal, que parte no tabuleiro da Ponte Vasco da Gama, que se organiza no final do verão; e do Crosse Internacional de Oeiras, incluído no calendário dos corta-matos da Federação Internacional.

Mas são as duas meias maratonas as que mais agitaram a sociedade portuguesa, colocando perto de 50 mil pessoas a correr em dois dias, pessoas que nunca antes tinham participado noutros eventos similares e que, a partir das competições organizadas pelo Maratona Clube de Portugal, começam a surgir em provas não competitivas e, acima de tudo, provas com objectivos altruístas, de solidariedade.

É, tão só, esta atitude de um grupo de homens, dirigentes do Maratona Clube de Portugal, que galvanizou uma larga faixa da população alertada agora para as vantagens do exercício físico e para uma faceta solidária.

Assim se resumem todos estes anos de sucesso do clube.